segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Música para a alma!

sábado, 27 de agosto de 2011


Jazz com música latina! Será que combina?

Música Peruana da maior qualidade!

Música Celestial da iluminada Enya!

fera do piano clássico!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mistura de música clássica com mambo

Akira Miyagawa's
Muito interessante essa experiência musical dos japoneses misturando a 5a. Sinfonia de Beethoven com o alegre mambo de Perez Prado. Para completar a coreografia dos músicos. Genial!

Contribuição de Albenor Luiz Fonseca

terça-feira, 12 de julho de 2011

A exposição “O espaço de bonecos” em Moscou

5.07.2011, 14:50
"A exposição “O espaço de bonecos”, aberta em Moscou, está dedicada a 110 anos de nascimento do “mágico do reino de bonecos” Serguei Obraztsov. A exposição foi instalada nas salas do conjunto “Vetochni”, ao lado da Praça Vermelha. A maior parte dos objetos expostos são materiais do museu do Teatro Russo de Bonecos, criado por este artista genial há 80 anos. A exposição relata a história da arte de bonecos na Rússia e no mundo e a enorme variedade temática, estilística e artística desta espécie de arte."

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Luíz Gonzaga/Embaixador da Cultura Nordestina

Rei do Xote e do Baião canta um pouco da sua vida e reverencia Januário, seu velho pai,relembra através de diálogo musical sua pequenina e poderosa sanfona de oito baixos que alegrava o sertão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Festival de Inverno de Campos do Jordão

Espero que breve a Bahia realize o primeiro Festival de Música das Escolas, nós ficaremos surpresos com os talentos que despontarão.
Abaixo, temos essa apresentação dos Guris no dia 14/07/2007, em Campos do Jordão,no maior Festival de Inverno da América Latina.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Eu sou uma obra de arte

Haikaa Yamamoto é uma brasileira que estudou o colegial no Japão e se formou em Relações Internacionais nos Estados Unidos.
Ela comenta sobre a percepção da manifestação de distintas características de sua identidade em contato com diferentes culturas, na verdade, essa é uma percepção clara, principalmente, das pessoas que tem oportunidade de viver em diferentes países.
Conectada com sua trajetória, ela faz um pacto de unificação de si mesma brindando a auto aceitação e o amor como conceitos de felicidade.
Com a ajuda do seu amigo Mercure, também compositor, eles produzem "Work of Art, uma bela canção cantada e traduzida em 19 idiomas. Em seguida, um colaborador, que não consegui identificar o nome, mas, ao qual nós agradecemos, colocou a legenda do video que compartilhamos.
Agora é ouvir e se deleitar com a harmonia desse projeto nessas vozes encantadoras.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Perfume / Diálogos da cultura que vem da terra e se casa com o coração



Cheiro de índio, cheiro de pássaro, cheiro de liberdade, cheiro de tranquilidade, cheiro de alegria, cheiro do coletivo compartilhado no ar. Cheiro da raiz brasileira que vem da profundidade da terra, sobe através dos nossos corpos e se espalha pelo ar.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O Eterno em um Instante

Contribuição de Albenor via Dea
IMPERDÍVEL! Espero que alegre seu dia como alegrou o meu. Um presente, uma excelente reflexão sobre a vida e a morte, porque andam juntas... talvez com o tempo, porque não dizer com a idade, a gente vai ficando ainda mais sensível... a primeira versão, quando Quinn, aos 49 anos, dá um show inesquecível e eterno, com leveza, talento, paixão... uma explosão de sentimentos tomou conta de mim... a vida pulsando de todos os lados e tornando mágico um momento de bela expressão artística e varonil. Realmente um show! Mas o que vem depois, o Quinn aos 84 anos reproduzindo a dança que o consagrou no cinema mundial, me deixou enternecida e grata. Foi poesia pura o que ele fez no palco: com graça, paixão pela vida e a vontade de retribuir ao público tudo o que ele ganhou. É para se emocionar muito, pensando o quanto efêmera é a vida, pensando na transformação que sofremos ao longo dos anos, e pensando no esforço que fazemos para continuar nosso caminho com orgulho, dignidade e prazer. Por um instante a gente esquece de tudo. Mais um momento mágico, no qual cremos na eternidade, porque ela é palpável diante de coisas assim. Tudo passa na vida. Ele passou também, mas teve a sorte de poder nos dar um presente como esse. Anthony Quinn
Em 1964, com ... 49 anos (aqui, apenas uma música imaginária)
Em 1999, com ... 84 anos, dançando Zorba (aqui, um show de coro, orquestra e ... Anthony Quinn).
ESPETACULAR:
Veja os filmes anexados. O original de 1964 e depois a homenagem aos 84 anos.

(Quem conta um conto, aumenta um ponto)
Interessante as aprendizagens da vida. Penso que o "Anthony Quinn" anos, revendo o primeiro fime aos 84 anos,refletiria consigo mesmo, que ele, o "Coroa", era bem jovem na filmagem anterior. Em verdade, essas percepções ficam diferentes a depender da localização no espaço-tempo-lugar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Vida e Obra de Bertold Brecht

Bertolt Brecht (Augsburg, 10 de Fevereiro de 1898 — Berlim, 14 de Agosto de 1956) foi um influente dramaturgo, poeta e encenador alemão do século XX.



http://www.biografia.inf.brjavascript:void(0)/bertold-brecht-dramaturgo.html
ww.culturabrasil.pro.br/brecht.htm -

BIOGRAFIA
Nascido Eugen Berthold Friedrich Brecht na Baviera, Brecht estudou Medicina e trabalhou como enfermeiro num hospital em Munique durante a Primeira Guerra Mundial. Filho da burguesia, sofreu,como todos em seu país, a sensação de desolamento de encarar um país completamente destruído pela guerra.
Depois da guerra mudou-se para Berlim, onde o influente crítico, Herbert Ihering, chamou-lhe a atenção para a apetência do público pelo teatro moderno. Já em Munique, as suas primeiras peças (Baal (1918/1926) "Tambores na Noite" Trommeln in der Nacht(1918-1920) ) foram levadas ao palco e Brecht conheceu Erich Engel com quem veio a trabalhar até ao fim da sua vida. Em Berlim, a peça Im Dickicht der Städte, protagonizado por Fritz Kortner e dirigido por Engel, tornou-se no seu
primeiro sucesso.
O totalitarismo afirmava-se como a força renovadora que não só iria reerguer o país, como se outorgava a missão de reviver o Sacro Império Romano-Germânico. Mas, ao mesmo tempo,chegavam à Alemanha influências da recém formada União Soviética, com sua bem-sucedida implantação de um regime socialista, o que significava esperança para um povo sofrido como o da Alemanha naquele período. É a este último grupo que Brecht vai se unir, na ânsia de debelar o seu desespero existencial. No entanto, depois de Hitler eleito em 1933 Brecht não estava totalmente seguro na Alemanha Nazista, exilando-se na Áustria, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Suécia,
Inglaterra, Rússia e finalmente nos Estados Unidos. Recebeu o Prêmio Lênin da Paz em 1954.

OBRA
As suas principais influências foram Constantin Stanislavski, Vsevolod Emilevitch Meyerhold e Erwin Piscator. Stanislavski é o primeiro revolucionário, e suas teorias servem de base para o trabalho de Meyerhold e seu "método biomecânico" cuja principal intenção é fazer com que o ator exprima as nuanças psicológicas de seu personagem através de uma "máscara pantomímica".
Ele já desenvolve a técnica de comentar o texto através do gesto, inspiração asiática evidente no teatro de Brecht. A contribuição de Piscator é a noção de um teatro propagandístico e educativo. É ele quem abre caminho para o verdadeiro teatro épico teorizado e executado por Brecht. Também foram influências significativas os seus estudos sobre Sociologia e o marxismo.
Podem ser identificadas duas motivações principais para o Teatro Épico de Brecht:
•a concepção marxista do Homem, um ser que deve ser entendido observando-se o conjunto de todas as relações sociais de que participa. Para Brecht, a forma épica é a única capaz de apresentar as determinantes sociais das relações inter-humanas.
•o seu intuito didático, a necessidade de um "palco científico" capaz de desmistificar as relações da sociedade, esclarecendo o público e suscitando a ação transformadora.

Algumas de suas principais obras são:
"Um Homem É um Homem", em que cresce a idéia do homem como um ser transformável,
"Mãe Coragem e Seus Filhos", sobre a Guerra dos Trinta Anos, escrita no exílio no começo da Segunda Guerra Mundial, e
"A Vida de Galileu", drama biográfico com o qual Brecht encontra definitivamente o caminho do teatro dialético. Afirma Bernard Dort a respeito deste último:
"... Galileu foi escrita, pelo menos originalmente, para servir de exemplo e de conselho aos sábios alemães tentados a abdicar seu saber nas mãos dos chefes nazistas."
Além dessas, escreveu "Seu Puntila e seu Criado Matti", "A Irresistível Ascenção de Arturo Ui", "O Círculo de Giz Caucasiano" e "A Boa Alma de Setzuan".

Brecht deixou marcas em Berlim:
Um trajeto por Berlim resgata os passos do dramaturgo Bertolt Brecht pela metrópole da República de Weimar e capital da Alemanha Oriental.
Berlim é uma cidade por onde já passaram incontáveis artistas e intelectuais. Mas talvez nenhum outro escritor moderno tenha deixado pistas tão nítidas na cidade como o dramaturgo Bertolt Brecht, autor da Ópera dos Três Vinténs e mentor do chamado Teatro Épico.
Berlim foi a cidade em que o jovem autor nascido em Augsburg conseguiu chamar a atenção dos intelectuais e do público para sua obra. Em 1924, Brecht mudou de sua cidade bávara para Berlim, onde trabalhou com o escritor Carl Zuckmayer no Deutsches Theater.
A efervescência cultural da República de Weimar teve fim com a ascensão do nazismo. No início de 1933, uma apresentação da peça A Medida, de Brecht, foi interrompida por policiais. Um dia antes do atentado incendiário contra o Reichstag (Platz der Republik 1), em fevereiro do mesmo ano, Brecht partiu com seus filhos e sua terceira mulher, a atriz vienense Helene Weigel, para o exílio dinamarquês. No mesmo ano, as obras de Brecht foram lançadas ao fogo durante a queima de livros organizada pelos nazistas na Opernplatz, atual Bebelplatz.
Após os nazistas invadirem a Dinamarca, Brecht emigrou para os Estados Unidos, onde
permaneceu até 1948. Após uma permanência na Suíça, o dramaturgo retornou à Alemanha Oriental em 1949, com passaporte tcheco, já que sua cidadania tinha sido cassada pelos nazistas em 1935.
Ao retornar a Berlim, Brecht residiu com Helene Weigel numa casa na Chausseestrasse 125, em Mitte. Desde 1989, este endereço abriga a Casa Brecht, onde se pode visitar a última residência do casal, o arquivo Berthold Brecht e o restaurante com receitas da austríaca Helene Weigel.
De volta à Alemanha, Brecht e Weigel criaram sua própria companhia, o Berliner Ensemble, que inicialmente funcionou no Deutsches Theater, instalando-se posteriormente no Theater am Schiffbauerdamm, onde a Ópera dos Três Vinténs havia estreado em 1928. Em 1954, esta se tornou a sede definitiva do Berliner Ensemble.
A Akademie der Künste (Academia das Artes) da Alemanha Oriental (Pariser Platz 4), da qual Brecht era membro, foi reinaugurada em maio de 2005, nas imediações do Portão de Brandemburgo. O edifício foi projetado por Behnisch & Partner com Werner Durth e funciona hoje como espaço de exposições.
Bertolt Brecht faleceu no hospital Charité (o único arranha-céu nas imediações do Berliner Ensemble), em agosto de 1956, em decorrência de um infarto. Ele está enterrado ao lado de Helene Weigel no Dorotheenstädtischer Friedhof ao lado da Casa Brecht.

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http://www.luso-poemas.net

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Belíssimo e histórico show latino americano!